ASSISTI
 Sangue Negro (That Will Be Blood)
Talvez eu pudesse jogar a culpa no sono e no cansaço que estava sentindo na noite que vi "Sangue Negro". Mas acho que foi mais do que isso que me impediu de concordar com os bons comentários sobre o filme. Ou talvez, ainda, o fato de eu ter colocado muita expectativa na produção. Afinal a direção está a cargo de Paul Thomas Anderson, que dirigiu o pouco convencional e ótimo "Magnólia". E no papel principal Daniel Day-Lewis, que é motivo suficiente para me levar ao cinema. Mas, infelizmente, não foi o suficiente para me fazer gostar do filme. Não, não é que Lewis esteja ruim no filme. Ele está ótimo, interpretando um cruel, egoísta e desconfiado Daniel Plainview com a dedicação que ele sempre imprime em seus trabalhos. O Oscar foi merecido. Mesmo. O elenco de apoio também dá show. O pequeno Dillon Frasier, que faz o filho de Daniel, H.W., mostra que tem talento de gente grande. E Paul Dano, que já tinha provado ter talento em "Pequena Miss Sunshine", constrói com muita riqueza um jovem pastor de caráter duvidoso. Mas... o filme é longo demais (acho que dava pra contar a história em menos de 2 horas e meia) e muuuuuuito lento. Bem, ser lento não é o problema, eu mesma gosto do estilo (sou fã do Bertolucci. Preciso dizer mais?), mas a narrativa é arrastada. Ok, tenho que admitir que temos umas três cenas espetaculares, só que isso não segura todo o filme. Ah sim, a trilha sonora é uma tortura! Das coisas mais irritantes que eu já ouvi. E quem me conhece sabe que eu gosto de umas coisas malucas, experimentais, em matéira de trilhas, mas cinco minutos initerruptos de "tac, tac, tac...", no mesmo ritmo, é de dar vontade de arrancar os cabelos. Angustiantes. Uma pena.
Só recomendo para quem gosta MUITO do Daniel Day-Lewis.
Escrito por Drica às 15h32
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BOLETIM LITERÁRIO
 A Faca Sutil - Philip Pullman
Segundo volume da coleção "Fronteiras do Universo", "A Faca Sutil" é, no mínimo curioso. Explico: nada fica muito claro, nada "muito importante" acontece, não há reviravoltas decisivas, e tudo gira mais em torno de um "road book" inter-universos paralelos. E mesmo assim o livro é sensacional. Não dá vontade de largar de jeito nenhum (eu quase "esqueci" de entrar na sala, para aula de francês, semana passada, só porque decidi ler "só mais um capítulo" na lanchonete, enquanto esperava dar a hora da aula). Lyra está de volta, só que agora, além de seu dimon Pantalaimon, obviamente, ela tem como companhia Will, um menino da sua idade, tão corajoso quanto misterioso, e que, "acidentalmente" acaba e um mundo paralelo, enquanto fugia de tipos estranhos que invadiram sua casa. Sra. Coulter está lá em toda as sua maldade, o aeróstata Lee Scoresby faz sua participação decisiva (e emocionante), e vamos saber um bocado da história do Dr. Grumman (lembram da cabeça que Lord Asriel leva para os catedráticos em Oxford, no começo da história? Então). Vou confessar que senti MUITA falta de Iorek, o imponente urso guerreiro, no começo, mas depois de devorar as 300 páginas, e terminar a leitura completamente passada, agoniada e curiosa, acho que a presença do grandão será mais que bem aproveitada no terceiro volume da aventura. Ah, e voltando a história da tensão, Philip Pullman, definitivamente, não tem dó de seus personagens... nem de seus leitores. Recomendado para fãs de aventura e fantasia.
Escrito por Drica às 10h35
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HOJE É DIA DE MÔNICA
 O dia é de prestar homenagens e reverências a essa que é do clube dos piscianos (essas criaturas sonhadoras, complexas e fofas que tornam a minha vida mais feliz. E mais emotiva, também, é claro!). Minha gente, não é pra todo mundo não, ter uma (ou melhor, três, já que a pessoa é versada em três idiomas) gramática(s) ambulante(s) tirando suas dúvidas. Ou uma diva musical, que insiste em esconder o talento vocal (ainda bem que para os amigos ela libera uns pequenos concertos, vez ou outra). Mas no que ela é boa MESMO é em dar conselhos úteis para o bom viver. A pessoa puxa sim a orelha (com todo carinho, porque "é de amor"), mas só quando é necessário. Ela consegue enxergar a fortaleza das pessoas (mesmo que esta esteja BEM escondida). Ah, ela sente muito orgulho quando as pessoas queridas fazem a coisa certa e evoluem. E isso sim eu chamo de amizade. Moniquita, Amo-te exageradamente, porque só dá pra ser assim. Feliz Aniversário Amiga!!!!
Categoria: Feliz Cumpleaños
Escrito por Drica às 09h35
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