ASSISTI
 A Lenda do Tesouro 2 - O Livro dos Segredos
Se você gostou do primeiro, vai gostar deste. Até porque eles são absolutamente iguais. Ok, eles mudaram os "objetos de desejo", da família Gates, e algumas locações, mas as sequências de perseguições, discussões, fugas espetaculares estão todas lá. Sem tirar nem pôr. Nicolas Cage continua canastrão, mas carismático (é tudo que um herói de filmes de aventura precisa ser). Diane Kruger é linda e teimosa (é tudo que um mocinha de filme de ação precisa ser). Ed Harris é um vilão frio e inteligente (idem). E o ajudante nerd interpretado por Justin Bartha, repetindo a dose do personagem fofo, engraçado e trapalhão (ele é o meu predileto). O filme ainda conta com participações muitíssimo especiais de medalhões como Harvey Keitel, Jon Voight e Hellen Mirren (perfeitos, todos). O filme não tem uma única surpresa ou grande reviravolta, mas é muito divertido. Portanto, se você não quer se dar ao trabalho de pensar, mas pretende dar uma boas gargalhadas, despretenciosas, esse é o filme. Eu recomendo!
Escrito por Drica às 15h40
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ASSISTI
 Conduta de Risco ( Michael Clayton - 2007)
O charme de George Clooney é motivo suficiente para me levar ao cinema. Mas se você precisa de mais do que isso para escolher um filme para assistir, escolha "Conduta de Risco" pelas outras ótimas razões. A história é instigante, muito bem conduzida pelo estreante, na direção, Tony Gilroy. O moço já teve a responsabilidade de escrever diálogos para filmes como "O Advogado do Diabo" e a franquia "Bourne". Digamos que a transição para a função de diretor foi muito bem, obrigado! O filme, contado em longos flash backs, que cobrem apenas quatro três dias, é um thriller competente. E o elenco, um desbunde de gente talentosa: Tilda Swinton, Tom Wilkinson, Sydney Pollack, além do próprio George Clooney, que não lembra em nada o carismático médico de E.R. ou Dany Ocean, de "Onze homens e um segredo", "12..", "13...". Apresentado como o melhor "faxineiro" para assuntos legais das redondezas, durante o período que se passa a estória, não se vê um único momento de sucesso em seu trabalho, ou mesmo em sua vida pessoal. Mas você vai duvidar que ele não é o 'Tal'? Não, né? Ele é o Cara! Eu recomendo!
Escrito por Drica às 15h28
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BOLETIM LITERÁRIO
A leitura já terminou há pouco mais de uma semana, mas com o morgaço carnavalesco e a extensa lista de filmes pra assistir, demorei um bocadinho para comentar. Não sei se vocês lembram, mas cheguei a comentar sobre uma preciosidade, que D. Lobo encontrou (ou melhor, que encontrou D. Lobo), e eu acabei por comprar: "Shakespeare and Company - Um livraria na Paris entre-guerras" de Sylvia Beach. O livro é um deleite! Das coisas mais deliciosas de se ler. Primeiro, porque é relato de uma apaixonada por livros (estou ficando viciada neste tipo de leitura, definitivamente!). Depois, porque é uma viagem histórica. A autora, proprietária da livraria Shakespeare and Co. de Paris, entre 1920 e 1944, conta pequenices sobre os famosos clientes e amigos, que frequentavam o estabelecimento. Nomes importantes das artes, como Gertrud Stein, Ernest Heminway, Sergei Eisenstein, Cel. Lawrence (O Lawrence da Arábia) eram habitués, dos encontros literários promovidos pela Srta. Beach (Isso é que era "o point" da época, não?). Agora, a mais mencionada, analisada, citada, reverenciada figura no livro é James Joyce, o irlandês que, segundo os críticos e estudiosos de literatura, revolucionou a prosa do século XX. Sylvia foi uma espécie de mecenas/editora/babá de Joyce, durante todo o processo de criação/edição/publicação/distribuição de Ulisses, A obra-prima do moço. Graças aos esforços da americana, o livro, que havia sido desacreditado por quase todos, foi publicado e, em pouco tempo, conquistou o mundo. Até onde sei, "Shakespeare and Company" foi o único livro que Sylvia Beach escreveu, mas sua contribuição para a literatura do século XX, reunindo a apoiando esse grupo especial, em sua simpática e acolhedora livraria no nº 13 da L'Odeon, de Paris, fazem dela figura importantíssima.
James Joyce e Sylvia Beach em frente à Shakespeare and Company
Escrito por Drica às 10h24
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FELIZ ANO DO RATO
 O Ano Novo Chinês (Calendário do Ciclo da Natureza) inicia em 7 de fevereiro e será o ano 4705 do calendário chinês, representado pelo Ano do Rato. Diz a tradição que anos regidos pelo Rato, costumam passar rápido e significam reviravoltas, agilidade e mudanças radicais. Que assim seja, então! Feliz Ano Novo!!!!!
Escrito por Drica às 13h50
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