Filme baseado no texto de Gabriel Garcia Marquez (um dos meus escritores top 5 ever)!!!!!! Dirigido pelo inglês Mike Newel!!!!! Trilha sonora da Shakira!!!!!! Fernanda Montenegro no elenco!!!!!! Javier Bardem, como um homem eternamente apaixonado...!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! PRECISO VER ESTE FILME! MUITO! MESMO!
Tinha bolado o post e esquecido de postar (nessa época do ano, as coisas começam a se atrapalhar na mente da pessoa). Sobre a leitura dos dois últimos finais de semana. Estou tentando zerar a pilha de livros que trouxe de POA, comprados na Feira Internacional do Livro (oito volumes ao todo). Comecei com o epistolar "Tudo o que queria te dizer" da Martha Medeiros. Confesso: sempre tive pré-conceito para com essa moça. Tinha a impressão que ela era especialista de literatura de auto-ajuda (algo da qual eu não sou muito fã). Mas estando na terra da pessoa, e ouvindo tantos bons comentários sobre ela e seu texto, resolvi arriscar e adquirir o livro. Curto e por um preço justo, achei que mau algum causaria se o comprasse e posteriormente o lesse. Paguei a língua. O texto da gaúcha é fluido, fácil, gostoso, acessível e crível. Já soube que nesse formato "correspondência" (o livro é um apanhado de cartas de pessoas diferentes, que não têm nenhuma ligação, mas que resolvem esclarecer algo, através de cartas). Em uma manhã devorei o livro. Ele é honesto. Simples. Emocionante. Eu até diria que os textos de Martha Medeiros são sim de auto-ajuda, mas deliciosamente disfarçados em boa literatura.
Já comentei que minha coleção de pocket books das peças de William Shakespere, em português, ganhou um up na visita à Feira de Livros. Dos quatro títulos que comprei do bardo, três eu já tinha lido (empréstimos de biblioteca), e um era totalmente inédito pra mim. Decidi começar a leitura por este: "Bem está o que bem acaba". Uma "comédia de situações", a peça é uma delícia (que dúvida, não!?!?!). Cheia de intrigas, planos mirabolantes e um bocadinho de romance, não ao estilo que me apraz, mas mesmo assim muitíssimo bem contado. Minha paixão pelos trabalhos de Shakespeare só aumenta. Ai, ai...
Em algum momento entre os dois últimos anos, minha veia extremamente romântica se perdeu e vivi uma fase 100% desacreditada de coisas arrebatadoramente românticas. Se eu tivesse lido "Cartas Portuguesas" há pouco mais de dois anos, teria me debulhado em lágrimas, achado que a trágica tragetória de Mariana Alcoforado era uma linda história de amor e teria repetido ipsis literis trechos inteiros de seus registros de amor devotado e arrebatador. Se tivesse lido há um ano, ou pouco mais de quatro meses teria passado todo o livro xingando a sonsa da Mariana, por se deixar levar por um fraco, frouxo, que sempre deu pistas de que fugiria ao primeiro sinal de dificuldades, e que não tinha idéia de sua responsabilidade. Chego a conclusão de que ter lido a obra agora, há poucos dias, foi o ideal. Me deleitei com a ótima construção de texto de Mariana; padeci quando percebi que ela estava sendo tola ao crer que aquele amor eterno era algo recíproco; e vibrei quando ela se dá conta disso. Ainda que ela tenha escrito a última carta devastada pela descoberta de que o amor não era correspondido, ela dava sinais de que sobreviveria e que tinha escolhido seguir adiante (claro, tendo dito umas boas verdades para a criatura covardona). Tudo ao seu tempo
Adoro festas de final de ano. Não só pela comilança, mas também porque vez ou outra a gente sai desses eventos levando algum presente. Sábado passado fui à festa de amigo oculto da Esbórnia (uma confraria de amigos festivos) e saí de lá com nada mais nada menos que três novos Saramagos. Um ganho na troca de presentes e outros dois por conta do aniversário, mês passado, que foram entregues agora. Todos presentes do casal "Lindinhos". Dá pra ser melhor? "O Conto da Ilha Desaparecida" Esse já foi devidamente devorado. Num único fôlego, em hora e meia. ESPETACULAR. Lindo e inspirador!!!!! "O ano de 1993" Na fila, provavelmente terminado antes da chegada da remessa de novos livros, que pedi pela internet e chega na quarta-feira. "A Caverna". O mais esperado dos três. Leitura de verão.
Uma grata surpresa. Meio desacreditada de filmes de terror, sexta-feira topei assistir "30 dias de Noite" mais por conta da companhia (D. Pólis e Lindinhos) do que por conta da fita. Mas olha que o filme é bem legal. Baseado em uma HQ, a produção tem todo o clima de quadrinhos. Pelo pouco que eu vi do livro (ainda não o li), me pareceu uma adaptação bem fiel. A história: uma cidade do Alasca, beeeeeeeeeeeeeem ao Norte, se prepara para um mês de total escuridão, já que o lugar fica sem ver luz do sol por um mês inteiro. Todo mundo deve concordar que para um vampiro isso soaria como uma colônia de férias, certo? Pois é, um grupo de sugadores de sangues pensam assim e resolvem fazer uma visitinha a Borow, neste período. A edição do filme, mais as tomadas em planos bem fechados dão o tom angustiante da produção. E é isso, afinal, que o público de filmes de terror procura, não é mesmo? Então, para quem gosta de sustos e gritos de pavor "30 Dias de Noite" é uma boa pedida. Eu recomendo! Para fãs de arrepios cinematográficos.